Home office: confira passos importantes antes de se dispor a trabalhar em casa

A empresa oferece ao funcionário a possibilidade de trabalhar em casa e logo a cabeça dele se enche de dúvidas. Nada mais natural e positivo. Questionamentos são bastante pertinentes neste momento, tanto para o empregado como para o empregador, porque nem todas as pessoas possuem o perfil para este estilo de trabalho.

O candidato a home office ou teletrabalhador precisar ter, para começo de conversa, três qualidades: disciplina, concentração e organização. Também não pode ser muito extrovertido, nem muito introvertido. “A pessoa tem que estar muito bem consigo mesma. Se for muito extrovertida, vai sempre precisar daquele momento do ‘cafezinho’. Se for introvertida, pode se sentir deprimida”, explica o publicitário André Brik, que adotou o home office em 2003 e é autor do livro “As 100 dicas do Home Office”.

Veja dez dicas para montar o seu home office:

Adquira o equipamento essencial

Comece pelo básico: linha de telefone separada da casa, computador exclusivo para o trabalho, internet banda larga, wi-fi, multifuncional (com scanner, copiadora, impressora e fax), smartphone, móveis (mesa, cadeira, armário, arquivo e estante) e almoxarifado (tenha um kit extra do que mais usa no escritório, além do contato do fornecedor do material).

Defina um espaço exclusivo para o home office e invista no ambiente

Quanto mais profissional, melhor. Para ter uma separação boa entre casa e trabalho, invista em um espaço só para isso. Assim, haverá menor interferência (de barulhos externos, família, etc) e você também se sentirá mais profissional. Mas cuide para não carregar muito na decoração, nas cores, nos itens que podem ter uma manutenção difícil e que possam atrapalhar a sua concentração.

Estabeleça um expediente e o obedeça

Procure determinar um número diário de horas necessárias para cumprir tarefas no prazo estabelecido. Crie uma rotina, seguindo o mesmo horário para começar e terminar o expediente. Sem ela, o home office pode ser um tanto estressante.

Mostre que você é “pró”

Não é porque o escritório está a um pulo da cama que você deve continuar de pijama pelo resto do dia. Procure usar uma roupa confortável, mas apropriada para receber alguém que chegue de surpresa. Terno e salto alto são dispensáveis, mas você deve tentar criar o costume de se vestir para trabalhar. Isso faz com que você se sinta mais confiante e motivado.

O home office é um escritório

Sempre se refira ao home office como escritório, nunca como casa, por mais que as pessoas saibam que você é um home officer. Não deixe escapulir: “assim que eu chegar em casa, já te retorno” ou “me ligue aqui em casa”. A palavra correta reforça uma atitude profissional para os outros e, mais importante, para você também.

Evite distrações

Distração é o que não falta. A TV logo ali, a cozinha também, o vizinho apareceu e eu tinha que dar uma palavrinha com ele, enfim, é preciso ter disciplina para se concentrar no trabalho. Estipule os horários para trabalhar e deixe as distrações para a hora delas, no descanso e no intervalo. Se começar a prestar atenção a cada pequena coisa que lhe tire do trabalho, a sua produtividade vai ficar seriamente comprometida.

Filhos no home office

O home office permite que você fique mais perto dos seus filhos. Isso não quer dizer que você conseguirá trabalhar com crianças brincando dentro do seu escritório. Estabeleça limites, feche portas e contrate uma babá. Caso contrário, não vai conseguir se concentrar ou se comunicar de forma eficaz com seus clientes ou colegas.

Acabe com o junk food da despensa e da geladeira

Se a tentação está a três passos de distância, previna-se já na lista de supermercado. Troque salgadinhos, refrigerantes e bolachas por frutas, saladas, barras de cereal, frutas secas, shakes, etc. Seja disciplinado neste departamento para não ganhar uns quilos a mais quando se mudar para o home office. Pense que esta pode ser a oportunidade que você estava esperando para se tornar uma pessoa mais saudável.

Planeje um autoagrado diário


Uma ou duas vezes ao dia você pode se recompensar com pequenos agrados. Por exemplo: passear em volta da quadra, tomar um banho relaxante, regar as plantas, comprar um pequeno presente, ler sua revista favorita, sentar-se ao sol ou tirar um cochilo de 15 minutos depois do almoço.

Não seja prisioneiro do seu próprio home office

Aquele bate-papo no cafezinho, o almoço com os colegas e a troca de ideias durante o expediente já não existem mais no home office. Este é mais um alerta: cuidado para não ficar muito isolado do mundo exterior. Para isso, marque encontros com pessoas da sua área. Também vale fazer reuniões na empresa e se inscrever em cursos.


Sinais da insatisfação no trabalho

Pesadelo ao despertar

Acordar com a ideia de que ir para a empresa é um fardo costuma ser um bom indicador de que você deve repensar sua vida profissional.

Tô nem aí

O desleixo no cumprimento de horários e tarefas, na arrumação da mesa ou até ao se vestir retrata a insatisfação por exercer atividades que não são motivadoras.

O corpo fala

Enxaquecas, insônia, alergias, dores no corpo podem não ser sintomas de um mal físico específico, e sim do estresse provocado pelo descontentamento no trabalho.

Lei da compensação

“Eu mereço.” A frase, seja na hora de devorar uma caixa de bombons, seja ao adquirir aquela peça de roupa mais cara, torna-se comum à medida que cresce a infelicidade no cotidiano do trabalho. “A pessoa procura compensar a frustração com outros prazeres”, diz Vera Lucia Cavalcanti, professora do FGV in company.

* Texto UOL


Não gosta do seu emprego? Conheça cinco estratégias para lidar com a insatisfação

Você acorda pela manhã e a primeira coisa que lhe vem à cabeça é: “Droga, mais um dia de trabalho”. Esse pensamento negativo antes mesmo de sair da cama geralmente indica que algo está errado em sua vida profissional.

Ser infeliz no emprego é uma situação corriqueira especialmente se o mercado está aquecido e novas oportunidades costumam bater à porta, afirma Marcelo Braga, sócio da Search, consultoria de recrutamento de executivos. “É comum olhar para o vizinho e achar que ele está mais satisfeito, no aspecto financeiro ou em relação a status”, analisa.

Nem sempre, porém, o funcionário descontente dará ouvidos à tentação da mudança. Um salário difícil de ser equiparado, um curso bancado pela companhia ou a visibilidade de um cargo importante em uma grande multinacional são exemplos de fatores que, muitas vezes, amarram o empregado ao posto que o desagrade.
 Nesse caso, se a decisão é permanecer, como fazer para que o fardo não seja tão pesado?

Inove sua rotina

Converse com colegas e desenvolva novas formas de realizar tarefas e atingir os objetivos da organização; se entraves burocráticos do dia a dia atrapalham não só o seu desempenho mas também o de outros profissionais, apresente um projeto para a modernização do sistema que beneficie toda a equipe;

Não generalize a insatisfação

Busque pontualmente o que o desagrada e defina estratégias específicas para lidar com cada aspecto negativo. Se for uma determinada tarefa, por exemplo, considere a possibilidade de delegá-la;

Fale com seu chefe

Se o superior imediato é o problema, abra o jogo, ou parte dele, com o mesmo ou para instâncias que estejam acima do seu chefe. A própria empresa pode cogitar que você seja realoc ado para outro departamento ou informar que ele está para ser transferido;

Mudar de área

Lembra do sonho de exercer uma atividade que requeira uma verve criativa mais acentuada? Talvez seja o momento de correr atrás dessa oportunidade ? e ela pode estar algumas salas, ou mesas, ao lado. Não feche os olhos para novos desafios em seu emprego atual;

Porta da frente

Se a situação ficar insustentável e você decidir que sairá da empresa, tome essa atitude antes que seu desempenho despenque a um nível abissal e sua imagem profissional fique desgastada. Ela é o seu maior patrimônio;

*Arte UOL

* Texto - Edson Valente


Veja algumas sugestões para compartilhar a liderança e estimular os talentos da sua empresa

*    Dê autoridade para os mais qualificados para fortalecer suas competências;
*    Defina os limites que cada pessoa tem para tomar decisões;
*    Cultive um clima em que as pessoas se sintam livres para ter iniciativa sobre suas tarefas;
*    Dê a autonomia e os recursos para as pessoas mais qualificadas e estimule que elas usem essas ferramentas;
*    Não questione a decisão das pessoas que você deu autoridade para tomar decisões;
*    Se considere uma fonte de recursos ao invés de um gerente;
*    Marque reuniões de acompanhamento apropriadas para analisar o progresso das tarefas e tomar ações caso necessárias;
*    Se você delegar tarefas para as pessoas que estão perto do cliente e permitir que elas peguem tarefas desafiadoras, você perceberá que tem mais tempo do que imagina. Você irá gastar menos tempo conduzindo seus projetos e poderá até desenvolver um senso de satisfação por resultados que não são diretamente seus.

Melhor que isso, seus liderados poderão aumentar o sentimento de parceria e se tornarem mais engajados pelo sucesso da empresa, do time e deles próprios.

Essa dica foi dada por Marshall Goldsmith no blog da Harvard Business ReviewSeguem


8 dicas para lidar com prazos estourados

Conhecemos muito bem o peso que os prazos, sempre apertados e distantes da realidade, representam para uma rotina empresarial. Dez entre dez empresários convivem com o seu rigor e invariavelmente precisam negociar novas datas, novas condições e isso nem sempre é resolvido sem desgastes, ruídos e descontentamentos.

Lidar com as expectativas alheias não é fácil, mas lidar com as expectativas que nós mesmos em algum momento assumimos como compromisso é duplamente mais complicado.

Mas, em eventualmente e em muitas situações, na vida empresarial como ela é (grande Nelson Rodrigues), os prazos precisam adquirir alguma elasticidade. A questão é como tratar disso, minimizando os desgastes.

Vamos lá:
1. Antes de tudo, as justificativas precisam ser plausíveis e apresentadas com consistência e solidez de argumentos. Jamais um adiamento pode ser fruto de descuido, descaso, falta de organização ou de planejamento. Os motivos devem ser fortes e verdadeiros.

2. Faça vigorar na sua empresa uma cultura de rigoroso cumprimento de prazos. Isso é fundamental, pois quando necessitar solicitar um adiamento será provavelmente entendido. Tenha crédito.

3. Qualquer projeto deve contar com um bom, detalhado e explicitado planejamento. Esse instrumento poderá ao mesmo tempo fornecer os melhores argumentos na hora de se conquistar uma elasticidade nos prazos. Ele é a prova do seu cuidado com o atendimento das expectativas assumidas e o seu compartilhamento possibilita maior compreensão da parte momentaneamente frustrada.

4. Trabalhe sempre com prazos realistas. Isso é fundamental e deve ser defendido. Quando decidir ceder a uma expectativa mais agressiva deixe claro a sua posição sobre as datas mais adequadas.

5. Ao propor um novo cronograma, seja cuidadoso nos detalhes da nova programação. Isso garantirá a sensação de segurança que o seu cliente precisa sentir na hora que souber o plano furou.

6. Seja organizado e exija isso da sua clientela. Além do propiciar uma operação mais ajustada e rentável, ajudará muito no momento de uma eventual reprogramação.

7. Saiba lidar com o stress da parte atingida pelo seu não cumprimento. Entenda que ela certamente necessitará, a partir de agora, adotar o mesmo expediente que você, porém, diante dos clientes dela.

8.Por fim, não se esqueça, todo furo de cronograma traz consigo uma lição. Tire o máximo de aprendizado disso e siga em frente.


Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.


Inovação a favor do profissional

Criatividade e inovação andam juntas em todas as esferas da vida, mas na profissional elas se intensificam. O que caracteriza o indivíduo criativo não é uma forma distinta de agir, mas uma maneira diferente de ser. O espírito inovador e a capacidade de apresentar soluções diferenciadas para conflitos e problemas dentro das organizações fazem com que profissionais com estas habilidades ganhem destaque no mercado de trabalho.



A inovação exige das pessoas uma constante observação, análise e crítica do que já existe, acreditando que aquilo que é considerado bom pode ficar ainda melhor. No campo organizacional ela pode ser entendida como o processo de introduzir, adotar e implementar uma nova ideia como resposta a um problema encontrado, transformando este conceito em algo concreto. “O profissional com espírito inovador e que busca constantemente novos caminhos tem forte tendência a ocupar cargos de importância e de maiores salários, pois as empresas procuram pessoas que ofereçam alternativas diferenciadas e revolucionárias”, aponta David P. Lima Jr.,consultor de empresas e diretor  da Mega Treinamentos.

Existem quatro fatores que tornam a inovação possível: a oportunidade, o problema a ser solucionado, o conhecimento e a criatividade. Quando falamos de líderes e empresários, conhecer a fundo o compromisso e a estratégia de negócios da organização colabora muito na prática desta competência. Confira algumas dicas para desenvolver a inovação:

-sempre questionar situações;

-alimentar a criatividade;

-estar aberto mudanças;

-ser persistente nas convicções;

-ser autoconfiante.

Inovar também é correr riscos, mas os profissionais, de modo geral, ainda têm muito receio de desenvolver esta habilidade - vivemos em uma cultura corporativa que é um tanto repressora. Muitos chefes ainda têm medo de pessoas que possuem a iniciativa de instalar ideias inovadoras por medo de ficarem para trás ou de perder seus cargos. “O crítico não valoriza a criatividade do inovador porque sente a frustração de não ter sido o primeiro a visualizar a solução e agir em tempo. Ser o primeiro a perceber e implantar alguma inovação óbvia é fundamental”, indica Clovis Tavares, especialista em inovação e motivação.


Intercâmbio: um salto para a sua formação escolar

Estudar fora do país é o sonho de qualquer estudante. Reunimos algumas dicas para ajudar você a dar os primeiros passos e realizar esse sonho

Estudar fora do país é o sonho de todo estudante que deseja entrar em contato com uma cultura diferente, além do aprendizado de uma segunda língua ser importante para o currículo profissional. Em 2011, a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta) estima um crescimento de 20% a 25% no número de intercambistas. No ano passado, aproximadamente 170 mil brasileiros entraram em algum tipo de programa de trabalho ou estudo no exterior - em 2004, eram apenas 42 mil. O número só tende a crescer.

O próprio governo oferece bolsas para possibilitar esse sonho. O Programa Ciência sem Fronteiras, apresentado recentemente, é um projeto que pretende distribuir 75 mil bolsas de intercâmbio até 2014. O programa beneficia estudantes e pesquisadores brasileiros das áreas de engenharia, tecnologias, ciências exatas, informática e biologia. No caso das bolsas de graduação, por exemplo, os candidatos terão de apresentar pontuação superior a 600 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os destaques em programas de iniciação científica e olimpíadas de conhecimento serão valorizados.

Lembre-se que viajar é sair da rotina e entrar em contato com o desconhecido. O ideal é por tudo no papel. Metas, financiamento, gastos, tipo e duração dos cursos são dúvidas que sempre aparecem. Se formos escolher uma palavra que resume o intercâmbio é “troca”. Troca de experiência, de cultura, de língua.

Reunimos dicas básicas para ajudar você a dar os primeiros passos rumo à realização desse sonho:

Documentação
Viajar para alguns países é uma burocracia danada. Por isso, antes da matrícula, se prepare para reunir uma série de documentos que vão ajudar mais à frente no processo de intercâmbio. Visto, passaporte e taxas farão parte da sua rotina na tão sonhada viagem ao exterior. Prepare seu bolso porque essas taxas costumam incomodar o seu orçamento. A palavra nesse quesito é planejamento. Planeje suas finanças. Como? Sabe aquela grana que você gasta na balada de fim de semana? Guarde-a. Viajar para fora custa caro e economizar desde já é importante.

Pesquise os pacotes
Pesquise com calma as opções que as agências de intercâmbio oferecem. Elas variam desde os pacotes pagos de empresas particulares a pacotes de associações ou clubes ou até mesmo por intermédio da sua universidade. Diversas faculdades ajudam você a viajar. Outras possuem até programas de assistência que auxiliam os alunos com as despesas e moradias. Algumas têm convênio com empresas privadas.

Se você terminou o Ensino Médio e tem vontade de ingressar direto para uma universidade lá fora, conheça as maneiras para entrar na instituição pretendida. Algumas exigem uma série de procedimentos como ótimas notas e bom comportamento. Fique atento a isso. Pesquise o país, cidade e bairro que você irá morar e também a instituição de ensino. Tudo é importante para não ser pego de surpresa com alguma novidade no meio do caminho.

Os processos de bolsas são, em sua maioria, divulgados pelas próprias universidades e são abertos a estudantes de todo o mundo. As bolsas costumam pagar não só o curso do aluno como também a viagem e hospedagem.

Onde morar e como
Uma vez por dentro de tudo, é hora de decidir qual pacote escolher para a viagem. Há vários. Um dos mais procurados é a opção de morar com uma família em outro país. Essa alternativa é ótima para quem quer praticar o idioma e conhecer melhor a cultura. Outra opção é morar em alojamentos divididos com estudantes de diversos países e cursos distintos. Muitos são fornecidos pelas próprias faculdades onde os estudantes estão fazendo intercâmbio, o que facilita o deslocamento.

Trabalhar lá fora
A prática é bastante procurada por jovens já formados e que desejam aperfeiçoar a língua estrangeira. Na maioria das vezes, eles são empregados como babás (geralmente para meninas), empregos de garçons (para os meninos) ou vendedores. Dessa forma, você consegue levantar uma grana para ajudar nas despesas ou fazer um pé de meia quando voltar.

Nos Estados Unidos, um dos destinos mais procurados, é possível trabalhar de operador de caixa em estações de esqui a croupier em cassinos, passando por empregos em lugares como hotéis, lojas, resorts e restaurantes. Há ainda programas que podem levar você para países como França, Austrália e África do Sul.

Aprenda o inglês
Existem opções baratas e até de graça para estudar fora como bolsas de estudo e programas de financiamento para pessoas que não podem custear um programa de intercâmbio. A exigência de quase todos é que o estudante tenha pelo menos o domínio da língua inglesa. A internet pode ser uma ótima ferramenta para esse aprendizado.

A rede social Live Mocha, por exemplo, ensina não apenas o inglês, mas outras línguas utilizando recursos audiovisuais. O acesso ao site é gratuito, mas se você deseja outros recursos para aprender a língua é preciso pagar. A rede realmente é didática e interativa como uma professora paciente, mas você precisa ter paciência para ficar na frente do computador.

Não se esqueça: um intercâmbio altera a rotina que você já está acostumado e contratempos eventualmente podem aparecer. Assim, aproveite a experiência, faça novos amigos e aprenda o máximo que puder.


Veja cinco erros cometidos nos primeiros meses de trabalho e saiba como evitá-los

Os primeiros meses de trabalho na nova empresa são determinantes para o futuro do profissional. Esse período de experiência é utilizado pelas organizações para observar, avaliar e verificar se o trabalhador recém-contratado tem realmente condições de exercer a função para a qual foi admitido.

“Neste momento, os holofotes estão direcionados para o novo funcionário. A chefia é a responsável pela avaliação, mas a equipe também participa mesmo que seja de maneira informal”, explica Andrea Bavier, consultora de recursos humanos da Luandre.

A especialista apontou os cinco erros mais comuns cometidos pelos recém-contratados e que acabam prejudicando sua avaliação e colocando em “xeque” o futuro na nova empresa. Confira as dicas para não fazer feio:

Desinteresse

Um dos erros cometidos pelos recém contratados é não demonstrar interesse na realização das tarefas. O profissional deve assumir uma postura de aprendiz e buscar informações sobre seu trabalho e normas da empresa. Pergunte, observe e eleja uma pessoa que possa ser seu mentor.

Falta de Integração com a equipe

Lembre-se: você depende da equipe a qual pertence. Utilize a observação a seu favor para conhecer o ambiente comportamental do grupo. Veja como as pessoas se relacionam e tratam umas as outras. Evite agir sem se importar com as regras de conduta da empresa ou da equipe.

Atrasos e faltas

Procure não faltar. Não se atrase ou peça para sair durante o horário de trabalho. Caso tenha questões pessoais a serem resolvidas, é mais saudável negociar a data de sua admissão. Assuntos particulares devem ser resolvidos e tratados fora do horário de trabalho. O uso da internet para assuntos pessoais deve ser evitado.

Individualismo e arrogância


 
Demonstre suas capacidades e realize tarefas sempre compartilhando com todos, mas tome cuidado para que não seja interpretado como o “sabe tudo”. Evite se isolar para que não seja tachado como arrogante. Não desenvolva atividades levando em consideração apenas seu conhecimento ou ponto de vista.

Criticas e fofocas


 
Não critique métodos, processos ou qualquer outra coisa sem ter embasamento para tal. Falar mal da empresa ou dos colegas de trabalho também não é saudável, afinal de contas, você acabou de chegar e escolheu trabalhar naquela organização. Evite se envolver em conflitos e as famosas fofocas que rodeiam o ambiente de trabalho.


9 Atitudes que valorizam sua vida profissional

      

Por Paulo Rogério Mendes

Você tem uma formação forte, um currículo invejável e muitos anos de carreira? Milhões de outras pessoas também têm. Para ser um profissional que se destaca no meio da concorrência acirrada que existe hoje em dia em todos os mercados, não basta ser bom só no papel. É preciso reforçar dia após dia suas qualidades por meio de um comportamento exemplar.

Confira 9 atitudes comuns entre os profissionais realmente eficazes:

1 – O bom profissional sempre cumpre horários e compromissos.

2 – Gosta de desafios: enxerga novos projetos e iniciativas como desafios que o farão crescer profissionalmente.

3 – Não melindra por qualquer motivo: o profissional não obriga os mais próximos a ficar “escolhendo palavras” na hora de falar com ele.

4 – Tem foco: não se distrai com eventos aleatórios que acontecem ao seu redor.

5 – Conceito do “custo de manutenção”: o profissional exige pouco no que diz respeito a ficar alinhando com as expectativas da empresa e expectativas de sua carreira.

6 – Atento às mudanças: ter foco não significa “só querer trabalhar”. Estar atento ao que acontece ao redor é de extrema importância.

7 – Visão sistêmica: o profissional consegue identificar os interesses de cada um na organização e “dança conforme a música”.

8 – Aprende com os erros: comete o mesmo erro duas vezes e, ainda, está sempre preocupado em aprender com os erros dos outros.

9 – Mostra resultados: o principal é mostrar o resultado positivo do trabalho e a satisfação de todos os envolvidos.

 E aí, será que não está na hora de rever suas atitudes?


Entenda os diferenciais da geração Y no mercado de trabalho

Você pode até não saber exatamente o que é a tal da geração Y que todo mundo comenta, mas com certeza faz atividades que são a cara desse grupo. Em um dia de trabalho você deve: dar uma olhadinha nas redes sociais várias vezes durante o expediente, procurar o seu chefe sem medo para falar sobre um problema, tentar a todo custo remarcar a data de uma reunião para não perder a aula na academia e pensar que está mais do que na hora de receber a promoção que acha que merece.

Pois é. Se coisas desse tipo acontecem com você, bem-vinda ao barco da geração Y. O termo é usado para nomear o grupo de pessoas nascidas entre 1977 e 2000, que está revolucionando o mercado com seu jeito apressado e conectado. “Esses jovens são dinâmicos e cheios de ideia para transformar as empresas”, diz Eline Kullock, consultora em São Paulo.

O problema é que essa turma ficou com alguns estereótipos que podem ser prejudiciais para a carreira - se não forem bem usados. Se quiser arrasar no figurino de jovem promissora (e cheia de potencial), selecione só as características top dessa geração:

1. Discrição já

Ok, é bem provável que você saiba muito mais sobre redes sociais do que o seu chefe - e isso é ótimo! Mas é bom tomar cuidado com a sua postura: ficar falando demais sobre sua competência pode gerar uma imagem de arrogância dificílima de ser mudada. Por isso, seja discreta na hora em que for conversar com chefes e colegas sobre algo que você acha que domina.

2. Calma, apressadinha

Não é porque seus perfis nas redes sociais têm dezenas de atualizações a cada minuto que você pode exigir que a vida seja tão rápida quanto a web. Nem sempre as empresas e o mercado funcionam na mesma velocidade da sua mente. Então, não leve para o lado pessoal se aquela sugestão que você fez em janeiro não tiver sido aprovada até agora - você não tem controle sobre tudo.

3. Amo muito tudo isso

Se domingo à noite você fica deprimida por ter que trabalhar em algo que não tem nenhum valor para você, saiba que não é a única. Não está no emprego certo? Tenha calma. Demitir-se de repente e ficar pulando de um lugar para outro ou adiar a entrada no mercado pode indicar falta de comprometimento. Tente analisar friamente os seus objetivos, conversar com gente dos setores que interessam a você para ver se isso tem a sua cara e, só depois, comece a distribuir currículos por aí.

4. Ambição do bem

Não tem nada de errado em desejar ser diretora ou empreendedora de sucesso antes dos 30. Afinal, sonhar (e ter ambição) não faz mal a ninguém - desde que não ultrapasse a medida do bom senso. Por isso, nada de achar que em dois anos você já será o braço direito do vice-presidente. Alcançar sucesso na carreira é como uma dieta benfeita (de verdade!), leva tempo.

5. Dona de si

Talvez seu grande sonho de consumo seja abrir o próprio negócio. Bem, se você está na geração Y, ter espírito empreendedor faz parte do seu DNA. Tem vontade de ser dona do próprio nariz? Então, mais uma vez, segure a ansiedade. Ainda não consegue levantar voo e precisa continuar como empregada? Não desanime: dá para empreender dentro de empresas alheias, de qualquer tamanho.

Fonte: Nova