Vaquinha ou falência?

A diretoria do Palmeiras parece não ter limites na hora de envergonhar seu torcedor.

Além de formar times limitados há muito tempo e fazer um busto do goleiro Marcos que mais parecia uma homenagem ao Zacarias, a novidade agora é fazer vaquinha para contratar jogador.

Sim, agora o Verdão quer que os torcedores ajudem a pagar a contratação do polivalente Wesley.

Essa atitude mostra que a diretoria palmeirense parece estar sem rumo. E sem grana, mesmo com o patrocínio da Kia.

Aliás, não dá para entender muita coisa hoje em dia quando o assunto é a gestão dos clubes.

Não dá para compreender como os clubes recebem milhões de reais com cotas de TV, mais alguns milhões com os patrocinadores, além de ganhar mais uns trocados com os abusivos preços dos ingressos e, ainda assim, têm dívidas absurdas.

Dentre os grandes times brasileiros, a menor dívida é a do São Paulo (dono do maior estádio particular do país), na casa dos R$ 94 milhões, segundo a Futebol Finance, referente aos valores de 2010 (os mais atuais).

É duro entender o que se passa na cabeça dos cartolas e fica a pergunta: diante desta realidade financeira, como é que as equipes conseguem permanecer gastando dinheiro?

Veja o Flamengo: contratou Vágner Love por R$ 20 milhões para pagar parcelado. Ok. Mas, de acordo com a Futebol Finance, a equipe da Gávea tem uma dívida que supera os R$ 300 milhões!!

Recentemente, um dos mais tradicionais times da Europa, o Glasgow Rangers, da Escócia, contratou uma empresa para reestruturar sua administração para evitar a falência.

Detalhe: eles devem cerca de R$ 130 milhões. E, por essa dívida, perderam 10 pontos no Campeonato Escocês.

Já pensou se a moda pega por aqui? Quantos pontos os times grandes perderiam no Brasileirão? Aliás, ficaria algum time grande na elite?

Só imaginando mesmo para tentar saber o resultado, por que com os atuais administradores do futebol brasileiro, é IMPOSSÍVEL isso se tornar realidade.

Mas que seria interessante ver como os clubes lidariam com essa situação, ah, isso seria.

Por: Anderson Marin Lima


Baile corinthiano

Os clássicos têm sido os salvadores dos desanimadores, bagunçados e, em alguns casos, longos demais, campeonatos estaduais.

Por ser começo de temporada, muito time grande demora para engrenar.

O São Paulo, que desde 2008 não solta o grito de “é campeão”, até começou bem o ano, sob o comando do ex-aposentado Emerson Leão.

Mas o Tricolor do Morumbi sofreu um baita abalo nesse domingo, no clássico contra o rival Corinthians.

Perder por 1x0 foi até pouco, diante da superioridade do rival alvinegro, que poderia ter goleado se tivesse atacado com mais precisão.

Mas, não bastasse a derrota, ficou mantida a sequência de vitórias do Corinthians sobre o São Paulo: essa foi a sexta seguida jogando em casa.

Perder para o rival já é ruim. Pior ainda se ele for um mega adversário não só dentro de campo, mas também nos bastidores. E é trágico perder seis seguidas para esse time.

O baile de ontem deixou claro que o Corinthians tem um elenco forte e que títulos podem cair no Parque São Jorge em 2012.

Já o São Paulo viu que ainda falta muito para ser considerado um dos francos favoritos a qualquer título.

Falta ao Tricolor um elenco qualificado. Não se ganha campeonato nenhum com apenas 11 jogadores.

E mais: falta ao São Paulo a famosa “estabilidade”. Mudar meio time a cada seis meses não ajuda em nada a qualificar uma equipe. Pelo contrário, só dificulta mais o trabalho e o entrosamento.

Mas, o aspirante a eterno presidente do São Paulo não liga para isso.

O que importa para ele, aparentemente, é ele continuar reinando no Morumbi.

Mesmo que para isso o clube deixe de ser papa-títulos e ainda vire inimigo político dos outros times.

Fala sério…

Por: Anderson Marin Lima


O mito pendura as chuteiras

A aposentadoria do goleiro Marcos representa muito mais do que o fim da carreira de um atleta.

Marcos defendeu o Palmeiras durante toda a carreira como jogador de futebol, mas o carisma, a simpatia e o jeitão singular de se comunicar o elevou ao status de ídolo de uma nação, não somente da torcida palmeirense.

Jogadores como Marcos são cada vez mais raros.

Hoje, poucos são os atletas que criam um vínculo com um clube. E mais raro ainda são os idolatrados por todos os torcedores.Atualmente, é comum um atleta ficar um ano, um ano e meio em uma equipe e já se transferir para outra, normalmente alegando uma valorização financeira.

Pulando de galho em galho, nenhum vínculo é criado e os torcedores ficam a espera de um jogador que assuma o posto de ídolo.

Marcos encerra a carreira como um jogador admirado por todos os brasileiros.

Ele coloca um ponto final dentro das quatro linhas, mas deixa seu nome eternizado na história do futebol brasileiro.

O “fenômeno” Ronaldo, que se aposentou em 2011, teve uma trajetória diferente da traçada por Marcos, mas também cativou a admiração dos torcedores dos mais distintos clubes.

Sem Marcos e Ronaldo, o posto de ídolo nacional está vago.

Quem será o próximo ídolo do torcedor brasileiro?

Kaká e Ronaldinho Gaúcho, embora mais “experientes”, podem ainda assumir esse posto?

É difícil, afinal, Kaká tem aparecido pouco, mas sua imagem de bom moço sempre o manterá como um possível candidato.

Ronaldinho Gaúcho, craque do Flamengo, nunca despertou tanta simpatia dos torcedores, embora seu talento absurdo o tenha colocado no hall dos grandes jogadores do futebol mundial. Além disso, as polêmicas transferências e noitadas abalaram sua imagem.

Será Neymar o próximo ídolo nacional?

“Farreiro”, já se envolveu em algumas polêmicas apesar dos três anos de carreira. Mas, por ser jovem e seguidamente dizer “não” aos europeus, pode ser que assuma esse posto dentro de alguns anos.

Mas, tudo não passa de especulação. Só o tempo dirá qual será o próximo jogador do futebol brasileiro a entrar para a história como ídolo nacional.

Por: Anderson Marin Lima


Dicas básicas para manter o corpo em cima no verão

Entrar em forma para o verão é a meta de um bom número de homens e mulheres. Mas, é necessário dedicação, dieta equilibrada e um programa de atividade física para alcançar os resultados desejados. Para ajudar nesse projeto, o personal trainer Carlos Klein dá cinco dicas para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e a disposição. Confira!

1. Coma mais fibras e evite o açúcar. Essas duas atitudes são um bom começo para quem quer perder alguns quilos, principalmente na região abdominal.

 

2. Se puder, dê um tempo dos equipamentos na academia e diversifique nas modalidades! Como personal trainer sempre incentivei a ida a academia, porém os equipamentos de musculação, além de cansativos, nem sempre estimulam o seu corpo de forma completa. Procure modalidades alternativas, como o treinamento funcional que, com menos aparelhos e de forma mais divertida, conseguem trazer melhores resultados.

3. Intervalos! Não gaste o tempo andando ou correndo 40, 50 minutos na esteira. Vá para a praia, rua ou parque e faça treinos intervalados. Tiros de alta intensidade, intercalados com momentos de descanso controlado, fazem com que a eliminação de gordura seja maior e mais rápida.

 

4. Aprenda a correr descalço. Essa não é apenas uma moda passageira, mas uma tendência que promove um retorno às origens e ajuda a prevenir lesões, colocando os pés para funcionarem efetivamente. Além de tudo, dá uma sensação de volta à infância, quando se brincava descalço na rua. Experimente!

 

5. Comece já! Não são 2 ou 3 meses que vão mudar a sua forma e a sua vida. O processo é lento, mas recompensador. A melhor hora para começar? Agora! 


Dicas para correr no verão sem passar mal

Para praticar atividade física ao ar livre, é preciso saber se proteger do calor. Caso contrário, vários problemas podem colocar seu treino em risco: hipertermia, moleza, desidratação ou até mesmo cãibras, ainda mais se você for um corredor que pegou leve o ano todo e resolveu investir no exercício só na estação mais quente. “É essencial se preocupar com o horário da corrida ao ar livre, priorizar tecidos leves e manter o corpo sempre hidratado”, afirma o fisiologista Diego Barros, do HCor. Confira os problemas mais comuns dessa época e veja o que especialistas recomendam para evitá-los.

1. Hipertermia
Acontece quando o corpo atinge uma temperatura muito alta, prejudicando o funcionamento de muitos órgãos e o próprio metabolismo. “A partir de 41 graus, começam os riscos graves à saúde, incluindo desmaios e perda de consciência, além de sangramentos no nariz”, afirma o médico do HCor. Para evitar essa reação do corpo, é preciso praticar exercícios em horários em que o sol esteja mais ameno, utilizar roupas que facilitem a transpiração e não se esquecer de beber água. 

2. Desidratação
“Com a redução de líquidos no corpo, o sangue fica mais espesso, a pressão arterial cai e rins, fígado e coração passam a ter funcionamento prejudicado”, afirma o fisiologista Diego Barros. “Em estágios mais severos, ocorre perda de coordenação, confusão mental e até a morte.”

Além de água, o corpo perde sais minerais quando exposto ao sol. “Numa corrida de intensidade moderada, o atleta pode perder até um quilo do peso corporal”, afirma o especialista. O cardiologista Nabil Ghorayeb, do HCor, afirma que a reposição apenas com água costuma ser suficiente. “Caso a perda ultrapasse dois quilos, isotônicos são indicados. Além de água, eles contêm altas doses de sais minerais”, diz.

Terminada a corrida, o cardiologista recomenda outro cuidado: ‘Evite bebidas alcoólicas em seguida ao treino. Tome apenas água ou suco de frutas na primeira hora para repor carboidratos e líquidos”. 

3. Cãibra
Durante a corrida, as altas temperaturas do verão podem levar à perda de água e à queda no nível de sódio do corpo. “Além da perda de sódio pelo suor, há o uso deste sal, presente no músculo, quando acaba o glicogênio (substância que serve de fonte de energia para as atividades). Como resultado, há o aumento de contrações espontâneas dos músculos, ou seja, as cãibras”, afirma o ortopedista Moisés Cohen, da UNIFESP.

Para evitar esse problema, é importante:
1.Alongar e aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física;
2.Hidratar-se antes, durante e após a atividade física;
3.Tomar isotônicos durante os intervalos de corridas intensas;
4.Ingerir carboidratos nas refeições, evitando o uso de proteína muscular como forma de energia. 

4. Preguiça típica do calor
A causa dessa moleza do verão pode ser a redução da pressão arterial, provocada pelas altas temperaturas. “Para reduzir a preguiça, é conveniente fazer refeições mais leves, de fácil digestão, e manter uma garrafa de água sempre próxima”, recomenda o fisiologista Diego Barros, do HCor. 

5. Insolação
O excesso de sol pode causar sintomas como falta de ar, dor de cabeça, náuseas e tontura. “Para evitar a insolação, é necessário evitar os raios entre 10 e 15 horas, passar sempre protetor solar, usar bonés e beber água sempre”, indica Diego Barros. 

6. Queimaduras na pele
Não adianta passar protetor solar uma vez só no dia e achar que ele vai durar durante toda a corrida. “É preciso repassar a cada duas horas, pois o suor atrapalha a durabilidade do protetor”, afirma a dermatologista Gabriela Casabona, de São Paulo.

Tenha cuidado também na escolha da camiseta, preferindo um modelo com proteção UV no tecido. “Nada de roupas que impeçam a troca de calor com o ambiente, como tecido de nylon e moletom. Use algodão ou dry-fit, já que ambos também ajudam a prevenir desidratação e hipertermia”, aconselha o cardiologista Nabil Ghorayeb.

7. Desconforto na vista
O uso de óculos escuros é muito mais do que uma questão estética. “Óculos de qualidade, que absorvem e refletem os raios solares durante a prática de esportes, ajudam a prevenir doenças oculares, como a catarata”, esclarece o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares. Segundo ele, a luz ultravioleta pode causar sensação de corpo estranho nos olhos, dor e irritação ocular. “O desconforto costuma aparecer de seis a dez horas após a exposição aos raios solares e pode chegar à perda da visão com o passar do tempo”, afirma.  

Por: Letícia Gonçalves


Campeões

O texto de hoje é especial para os amantes do futebol.

A coluna de hoje trará os times brasileiros que foram campeões nacionais ou internacionais nesta temporada.

E também informará sobre os times promovidos ou rebaixados nas três principais categorias do Campeonato Brasileiro.

Um breve post para deixar bem informado quem gosta do futebol pentacampeão mundial

Campeonato Brasileiro Série A
Campeão: Corinthians/SP.
Rebaixados para a Série B: Avaí/SC, América/MG, Atlético Paranaense e Ceará/CE.

Campeonato Brasileiro Série B
Campeão: Portuguesa/SP.
Promovidos à Série A: Portuguesa/SP, Náutico/PE, Ponte Preta/SP e Sport/PE.
Rebaixados para a Série C: Duque de Caxias/RJ, Salgueiro/PE, Vila Nova/GO e Icasa/CE.

Campeonato Brasileiro Série C
Campeão: Joinville/SC.
Promovidos à Série B: Joinville/SC, CRB/AL, Ipatinga/MG e América/RN.
Rebaixados para a Série D: Rio Branco/AC, Marília/SP, Brasil de Pelotas/RS e Campinense/PB.

Campeonato Brasileiro Série D
Campeão: Tupi/MG
Promovidos à Série C: Tupi/MG, Santa Cruz/PE, Cuiabá/MT e Oeste/SP.

Copa do Brasil
Campeão: Vasco/SP.

Copa Libertadores
Campeão: Santos/SP.

Recopa Sul-Americana
Campeão: Internacional/RS.

Por: Anderson Marin Lima


Corinthians x Palmeiras define Brasileiro após 17 anos e vira jogo do ano para os arquirrivais

Um clássico com clima de final, em que o Corinthians pode ser pentacampeão brasileiro e o Palmeiras tentará estragar a festa do arquirrival para minimizar os próprios fracassos da temporada. Neste cenário a bola vai rolar no Pacaembu, domingo, a partir das 17h, e terá influência direta na luta do Vasco pelo título – o time carioca precisa vencer o Flamengo e torcer por uma derrota da equipe de Tite.

A última vez que Corinthians e Palmeiras decidiram o Brasileirão ocorreu em dezembro de 1994. O time alviverde fez 3 a 1 no primeiro jogo (dois gols de Rivaldo) e conquistou o seu último título Brasileiro com um empate por 1 a 1 no segundo, ambos os duelos no estádio municipal.

O dérbi paulista revive a atmosfera 17 anos depois, com a diferença de que os palmeirenses apenas cumprem tabela, e serão 36 mil corintianos nas arquibancadas contra apenas 2 mil torcedores rivais.

“Eles (do Palmeiras) têm que disputar um campeonato a parte com a gente, e a gente também, para ganhar deles e ser campeão”, observou o meia Alex, após o triunfo por 1 a 0 sobre o Figueirense, no último domingo.

Diante da imprensa, o técnico Luiz Felipe Scolari adota um discurso evasivo de que é apenas mais uma partida, mas admite que no vestiário a conversa com o grupo é bem diferente.

Já Valdivia mostrou envolvimento com o desfecho do Brasileirão, apesar de sua equipe ser mero coadjuvante. Após a vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, no Pacaembu, o chileno permaneceu no gramado até o fim da rodada para saber os resultados e falou sobre o clássico final. “Vamos ter a mesma agressividade e comprometimento. É questão de honra.”

A primeira polêmica envolvendo o clássico aconteceu na semana passada, quando a diretoria do clube de Palestra Itália afirmou que aumentaria a premiação dos atletas para atrapalhar o arquirrival alvinegro.

O presidente Andrés Sanchez rebateu: “O Tirone [Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras] poderia evitar gastar esse dinheiro todo e usar para outras coisas que está precisando.”

Tite repreendeu a atitude dos palestrinos. “É muito pobre querer se motivar para ferrar o adversário, para não falar outra palavra. Eu tenho o sentimento de conquistar um título, sentimento da torcida, do corintiano, e também respeitar o outro lado. Não fico contente com a tristeza de uma equipe, qualquer que seja ela”, opinou.

No início do mês, Deola chegou a dizer que, sem chances de título e vaga na Libertadores, a única meta no ano era tirar o troféu das mãos do rival. No último domingo, manteve o pensamento. “A gente sabe que o jogo vai ser difícil e o objetivo do Palmeiras é sair com essa vitória. A gente tem que vencer de qualquer jeito”.

Fonte


E agora?

A diretoria do Bahia teve a ótima ideia de parabenizar o Náutico e o Sport pela promoção à Série A do Campeonato Brasileiro.

Afinal, depois de muitos anos, o torneio nacional terá, pelo menos, três representantes do Nordeste.

Mas a diretoria baiana foi além.

E desejou abertamente que o Ceará também siga na elite do futebol nacional.

Tudo em nome do fortalecimento do Nordeste.

O problema é que Bahia e Ceará se enfrentam na última rodada do Campeonato Brasileiro.

O Bahia está livre da zona de rebaixamento e, com uma vitória, pode se classificar para disputar a Copa Sul-Americana.

Mas um triunfo baiano rebaixa o Ceará, que luta contra Cruzeiro e Atlético Paranaense para não cair.

Desses três, o Ceará é o único que não enfrenta um rival: o Cruzeiro encara o Atlético Mineiro e o Coritiba enfrenta o Atlético Paranaense.

Uma vitória cearense pode livrar o Vozão, como é conhecido o Ceará, do rebaixamento.

Mas, depois desse apoio explícito ao adversário cearense, o Bahia se coloca no alvo dos outros clubes.

Afinal, o Tricolor baiano facilitará o jogo para livrar o Ceará do rebaixamento?

No domingo (04) o futebol brasileiro descobrirá.

Fala sério…
Anderson Lima


Vale o risco?

A diretoria do Grêmio confirmou nesse final de semana: Kleber é o novo “reforço” do clube para 2012.

O atacante deixa o Palmeiras pela porta dos fundos, após inúmeras polêmicas e, principalmente, discussões com o técnico Luiz Felipe Scolari, homem forte do time paulista.

O Grêmio é mais uma equipe a apostar no instável atacante que até hoje nunca se destacou nos momentos decisivos.

Basta lembrar que no ano passado, quando ainda defendia o Cruzeiro, prejudicou demais a Raposa ao ser expulso no começo da partida da volta contra o São Paulo, pelas quartas de final da Copa Libertadores, ao desferir uma cotovelada em Richarlyson.

O time mineiro precisava reverter uma desvantagem de dois gols para seguir no torneio continental e ficou sem um dos jogadores de ataque para conseguir a difícil missão.

Resultado: o Cruzeiro foi eliminado.

Essa é a trajetória do atacante, que além de não resolver dentro de campo, “vira e mexe” aparece envolvido em alguma polêmica.

Exemplos não faltam: foi a uma festa da Mancha Verde, torcida do Palmeiras, enquanto defendia o Cruzeiro; criticou o técnico Luiz Felipe Scolari na reta final do Campeonato Brasileiro; xingou o vice-presidente do Palmeiras…

Fora que a marca registrada do “Gladiador” são as cotoveladas dentro das quatro linhas e a “garra” dentro de campo.

É esse o jogador que o Grêmio está contratando para resolver os problemas ofensivos.

Fala sério…
Anderson Lima


Já vai tarde…

O ano de 2011 acabou para a seleção brasileira.

Terminou com vitória por 2x0 sobre o Egito, em um amistoso sonolento, de qualidade técnica bem abaixo do que se espera de duas seleções.

E com dois gols de Jonas, que já foi chamado pela mídia europeia de “pior atacante do mundo”, devido à quantidade de gols perdidos pelo atacante nota seis.

Em mais de um ano de trabalho, o técnico Mano Menezes conseguiu avançar 0%.

O treinador da seleção pentacampeã não tem uma base para a equipe titular.

O Brasil não tem esquema tático.

Não houve UMA atuação que empolgasse o torcedor brasileiro.

E adversários com “qualidade limitada” não faltaram: Gabão, Equador, Romênia, Escócia, Venezuela, Costa Rica…

A sensação é de um ano perdido.

Um ano que teve a vexatória eliminação da Copa América.

E não teve uma vitória sobre qualquer seleção do “Top 10” mundial – França e Alemanha bateram no time verde e amarelo e a Holanda segurou um empate sem gols.

A vitória sobre a Argentina, que está entre as dez melhores do mundo, no Superclássico das Américas, não dá para ser levada a sério, pois a seleção dos hermanos que entrou em campo sofreria para disputar a Série B do Brasileirão.

E no duelo contra a seleção principal, ainda em 2010, Messi tratou de garantir a vitória argentina.

Que em 2012 Mano Menezes mostre a competência que ele nunca demonstrou para dirigir a seleção brasileira.

E o Brasil passe a andar para frente sob direção do treinador expert em subir times da Segunda para a Primeira Divisão.

Anderson Lima