Rede Cinemark exibe ‘Espelho, Espelho Meu’ na Sessão Desconto

Veja o trailer aqui

De 4 a 10 de maio, 18 complexos da Rede Cinemark em São Paulo participam da Sessão Desconto. A promoção oferece ingressos com valores reduzidos para o filme das 15h em qualquer dia da semana, inclusive aos sábados e domingos. O espectador paga apenas R$6 (inteira) e R$3 (meia). Nesta semana o filme Espelho, Espelho Meu integra a programação da Sessão Desconto nos complexos dos shoppings Raposo, Market Place, Central Plaza, SP Market, Pátio Paulista e Mooca.

Já o longa American Pie: O Reencontro está em cartaz nos cinemas do Metrô Santa Cruz, Shopping D, Boulevard Tatuapé, Center Norte, Iguatemi, Metrô Tatuapé, Interlagos e Villa Lobos.

O filme A Perseguição entrará na programação do Cidade Jardim e Eldorado, Sete Dias Com Marilyn, no Shopping Pátio Higienópolis, e O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida, no Interlar Aricanduva. Para mais informações sobre a promoção, acesse o site www.cinemark.com.br.


Os Vingadores: The Avengers - Trailer 2 - Legendado

Os Vingadores - The Avengers

Filmes de super-heróis não ficam maiores que “Os Vingadores”, o blockbuster barulhento e divertidíssimo que a Marvel vem sinalizando colocar nos cinemas desde que se tornou “independente” com “Homem de Ferro”, em 2008, e estreia nesta sexta (27). Era uma missão impossível, que encontrou no diretor Joss Whedon seu timoneiro perfeito: familiar em conduzir dinâmicas de grupo (são dele as séries “Buffy” e “Firefly”) e fanático por quadrinhos, ele se mostrou afiado para equilibrar uma trama necessária para unir os heróis mais poderosos da Terra com espetáculo e cenas de ação em nível cósmico, de fazer Michael Bay corar de inveja.
O mais importante é que Whedon entende que, até chegar no caos e na destruição, o público precisa se importar com o que acontece em cena. Não basta explodir: algo real e palpável precisa estar em jogo. Precisa ter sentido.

Na trama de Zan Penn, reescrita com profundidade pop pelo próprio diretor, o semideus Loki encontra um caminho para sair de seu exílio espacial (onde ele foi parar ao fim de “Thor”, lançado em 2011) e volta sua vingança para a Terra. A seu lado, um exército alienígena sem face e uma entidade nas sombras, manipulando as marionetes. É a oportunidade que Nick Fury (Samuel L. Jackson) precisa para reunir seus Vingadores, do Capitão América (Chris Evans) ao Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), passando por Thor (Chris Hemsworth) e Bruce Banner (Mark Ruffalo), alter ego do incrível Hulk. Na mistura, os agentes da S.H.I.E.L.D. Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner).

O bacana de “Os Vingadores” é o ritmo que o roteiro toma para (re)apresentar os jogadores no tabuleiro. Depois de um começo explosivo, Joss Whedon toma seu tempo para reorganizar sua terapia em grupo, colocando cada membro da equipe em seu lugar e preservando suas personalidades, já apresentadas em filmes de terceiros – quem mais ganha é o Hulk, que tem seu melhor intérprete e sua melhor representação no cinema.

Em tempo de pressa em apertar o botão dos fogos de artifício, é revigorante ver um filme deste tamanho preocupado com pequenos momentos, que dão dimensão do lugar de cada personagem. Isso é sinal da confiança da Marvel em Whedon, que salpica o filme com muito bom humor (Thor dizendo sobre Loki “Ele é adotado” vai te fazer rir; “Hulk, esmague” também), não perde tempo entupindo o filme com referências nerd obscuras que mais atrapalham que ajudam e engata um terceiro ato tão acelerado que as poltronas do cinema precisarão de cintos de segurança.
Embora ajude ser letrado ao menos em “Homem de Ferro 2” (2010) e e em “Thor” (assistir a” Homem de Ferro” e “Capitão América - O Primeiro Vingador”, de 2011, confere maior dimensão à trama; “O Incrível Hulk”, de 2008, é opcional), o prazer de ver “Os Vingadores” não é só para iniciados.

A escolha da Marvel em tratar seus filmes como capítulos em um universo coeso, assim como acontece nos gibis, é revolucionária e até arriscada: sendo resultado de filmes diferentes, e não de uma marca como “Harry Potter” ou o novo “Jogos Vorazes”, a associação de continuidade, em tempos de filmes-produtos, não é imediata. Mas funciona. “Os Vingadores” não engasga na cronologia estabelecida por seus antecessores e entrega uma aventura coesa, que pega sem esforço seu lugar como o melhor filme da Marvel. Mesmo que cada um siga seu caminho depois do dever cumprido, fica claro que é só o começo da jornada – e o primeiro passo, como sabemos, é o mais importante.

Fonte:UOL


Rede Cinemark exibe ‘Xingu’ na Sessão Desconto

De 20 a 26 de abril, 18 complexos da Rede Cinemark em São Paulo participam da Sessão Desconto. A promoção oferece ingressos com valores reduzidos para o filme das 15h em qualquer dia da semana, inclusive aos sábados e domingos. O espectador paga apenas R$6 (inteira) e R$3 (meia). Nesta semana o filme Xingu integra a programação da Sessão Desconto nos complexos dos shoppings Raposo, Cidade Jardim, Pátio Higienópolis e Villa Lobos.

Já o longa Guerra é Guerra está em cartaz nos cinemas do Shopping Iguatemi, Eldorado, e Mooca, Jogos Vorazes, nos complexos do Shopping Boulevard Tatuapé, Central Plaza e Pátio Paulista, e O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida será exibido nos cinemas do Market Place e Interlagos.

O filme O Príncipe do Deserto entrará na programação do Shopping Metrô Santa Cruz, Como Agarrar Meu Ex Namorado, nos shoppings D e SP Market, Fúria de Titãs 2, no Metrô Tatuapé, e Espelho, Espelho Meu, no Center Norte e Interlar Aricanduva. Para mais informações sobre a promoção, acesse o site www.cinemark.com.br.


Cinema: Diário de um Jornalista Bêbado

Diário de um Jornalista Bêbado com Johnny Depp

Ter nascido no Estado norte-americano do Kentucky foi uma das muitas afinidades que uniram o escritor Hunter Thompson (1937-2005) e o ator Johnny Depp. Espíritos livres que desconfiaram dos sistemas de que fizeram parte, fossem o jornalismo, a literatura, o cinema e a própria vida, os dois se tornaram grandes amigos. Por isso, foi muito lógico que o ator assumisse a missão de transformar-se no alter ego de Thompson nas adaptações de seus livros nas telas, como aconteceu há 14 anos em “Medo de Delírio em Las Vegas”.

Depp repete a dose em “Diário de um Jornalista Bêbado”, dirigido e roteirizado por Bruce Robinson. O filme pode ser visto como uma espécie de introdução ao universo de Thompson, antes que se tornasse o pioneiro por excelência do chamado “jornalismo gonzo” - uma espécie de filho bastardo do New Journalism, atravessado pela contracultura dos anos 1960, que se caracterizou por desvirtuar as regras da objetividade mediante a inserção de vivências e percepções extremamente pessoais de seus autores.

O alter ego de Thompson na história, adaptada do livro “Rum - Diário de um Jornalista Bêbado”, é um jovem jornalista, Paul Kemp (Depp), que deixa os EUA no final dos anos 1950 para trabalhar em Porto Rico, no diário local em língua inglesa, San Juan Star.

Quando atravessa pela primeira vez a porta da redação, Kemp já percebe onde se meteu. O editor, Lotterman (Richard Jenkins), é um alucinado com mania de perseguição, que grita com todo mundo enquanto manobra um verdadeiro malabarismo mental e financeiro para manter o jornal. A qualquer momento, cruza a redação um bêbado em estágio terminal, Moberg (Giovanni Ribisi), que é sempre esculhambado por Lotterman. O fotógrafo, Bob Sala (Michael Rispoli), abarrotado de trabalho, é o único que parece ter algum bom senso por ali.

Mas esta é também uma impressão relativa. Passando a dividir um apartamento com Sala, o recém-chegado Paul é incorporado a uma rotina que inclui pouco trabalho e passagens diárias pelos bares, onde eles e todos os colegas se encharcam de rum.

O filme capta o clima de total inadequação dos personagens neste mundo, ao qual não fazem esforço algum para aderir. Nenhum deles fala espanhol nem se confraterniza realmente com qualquer dos habitantes locais. Bem ao contrário. Numa noite em que armam uma arruaça depois que o cozinheiro de um bar se nega a servi-los, por ter passado da hora, Kemp, Moberg e Sala acabam na prisão. São salvos por um ex-jornalista, agora figurão local, Hal Sanderson (Aaron Eckhart) - que funde em um só dois personagens do livro, que aliás é bem mais niilista do que o filme.

Depp injeta uma notável dose de humor na sua interpretação de um personagem idealista e perdido na própria confusão, oscilando entre uma visão romântica do jornalismo e o próprio ceticismo diante da profissão e de tudo o mais. Nesta história, não há realmente sonhos, nem heróis.

Única figura feminina neste universo, a bela Chenault (Amber Heard), desponta como outra integrante desta nau desgovernada. Ela não é mais lúcida nem esperançosa do que ninguém.

“Diário de um Jornalista Bêbado” captura o espírito de Thompson, que tinha 22 anos ao escrever o livro que o inspira, retratando um clima de rebeldia e transgressão de sua época. Também estão em cada linha, como em cada cena aqui, o desespero de um filho de pais alcoólatras que teve um contato precoce com o desespero e que se matou, com um tiro de espingarda, aos 68 anos. Não sem deixar nítida sua marca.

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb


Estreia da semana - American Pie 4 - O Reencontro Trailer Legendado HD

“American Pie: O Reencontro” traz de volta personagens de 1999

A geração de adolescentes que viu o primeiro “American Pie”, num longínquo 1999, hoje é formada por adultos, respeitáveis pais de família, funcionários exemplares, ou nada disso.

O público-alvo do filme daquela época cresceu, hoje beira a casa dos 30 anos (se já não a passaram). Há também novas gerações chegando, que nem haviam nascido há 13 anos. Assim, “American Pie: O Reencontro”, que estreia nesta sexta-feira (20), vem para tentar cobrir algumas lacunas - nostálgicas ou de formação.

Desde sua concepção, “American Pie” é pensado para o público masculino, por isso, não é nenhuma novidade que as mulheres aqui não passem de estereótipos ambulantes -embora os homens do filme também não fujam muito disso- e praticamente não têm voz. Os protagonistas continuam os mesmos, transformando-se em sua versão adulta -exceto Stifler (Seann William Scott), que jamais envelhecerá, no mau sentido.

Jim (Jason Biggs) continua casado com Michelle (Alyson Hannigan). Os dois têm um filho, mas não mais aquela energia sexual dos outros filmes. Oz (Chris Klein) apresenta um programa de esportes na televisão e namora uma bonitona. Kevin (Thomas Ian Nicholas) é casado com uma mulher viciada em reality shows.

Personagens do primeiro filme retornam, como Vicky (Tara Reid), por quem Kevin era apaixonado, e Heather (Mena Suvari), o primeiro amor de Oz. A nostalgia é o clima que domina os personagens e a história - que revisitam os seus passados, constatando o quanto mudaram. Mas, no fundo, como acredita o “Peter Pan” Stifler, amadurecer e envelhecer são apenas uma ilusão.

As questões familiares também não mudam. Aquele personagem sem nome, conhecido apenas como o Pai de Jim (Eugene Levy), ainda continua preocupado em dar conselhos sobre sexo. Enquanto a Mãe de Stifler (Jennifer Coolidge) ainda desperta o desejo sexual de alguns colegas do rapaz, fazendo vista grossa para as infantilidades do filho. É curioso que as figuras parentais não tenham nomes próprios. Na série de filmes são vistas pela função que exercem - embora, claro, fujam do convencional.

Desde sua estreia, “American Pie” foi copiado à exaustão - desde o tom escrachado das comédias “Se Beber Não Case” até beirar o plágio, com “Sex Drive - Rumo ao Sexo”. Claro que “American Pie” não inventou nada. Nos anos de 1980 “Porky’s” ia até mais longe. Mas “American Pie” foi o primeiro da era do politicamente correto, ou talvez o que melhor soube estourar seus limites.

Em seu primeiro filme -os outros não conseguiram ser tão originais- a série combinou o humor que beirava a escatologia (alguém se lembra da finalidade da torta do título?) com um retrato de geração um tanto cruel e cínico, mas carinhoso.

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb


Como Agarra Meu Ex-namorado

Stephanie Plum (Katherine Heigl) está atolada até o pescoço em dívidas, e resolve aceitar o emprego de caçadora de recompensas na empresa de um primo. Seu primeiro trabalho, no entanto, não será nada fácil.

“O Príncipe do Deserto” conta a história da descoberta do petróleo com Antonio Banderas e Mark Strong

O filme conta a história do jovem Auda (Tahar Rahim), dividido entre duas figuras paternas com visões de mundo antagônicas: seu pai, o tradicionalista sultão de Salmaah, Amar (Mark Strong) e o líder rival, o progressista emir de Hobeika, Nesib (Antonio Banderas). Para selar um pacto que prevê que nenhum dos dois líderes podem ocupar a área entre seus reinos, conhecida como Faixa Amarela, Auda e seu irmão Saleeh (Akin Gazi) vão morar com Nesib.

Vários anos depois, porém, a descoberta de petróleo na região – e as ideias distintas que os dois líderes têm sobre como lidar com o surgimento do “ouro negro” – reacendem as antigas rivalidades e testam os limites das lealdades familiares. A bela atriz indiana Freida Pinto aparece como a princesa Leyla, filha de Nesib, prometida ao jovem Auda.