Próxima Parada: Brasil. Confira os artistas que se apresentam no país em 2012

Com a boa fase econômica do Brasil, artistas internacionais de todos os calibres voltaram sua mira para o país. Ou melhor: suas agendas de shows.
Quem achou que a vinda de nomes de peso ao país ficaria restringido a 2011 por conta do Rock in Rio se enganou.

O ano, que começou com super show do badalado DJ David Guetta nos primeiros minutos de 2012 na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para mais de dois milhões de pessoas, promete ser ainda melhor que aquele que passou.
James Blunt retorna ao Brasil agora janeiro com a turnê “Some Kind of Trouble”. Figurinha carimbada por aqui, o bonitão se apresenta no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.

Fatboy Slim e Laura Pausini, outras duas atrações recorrentes em solo brasileiro, são nomes confirmados em casas de shows nacionais no primeiro mês do ano.

Florence and the Machine, Bruno Mars, Dionne Bromfield e Rox são algumas das atrações do Summer Soul Festival, que passará por quatro capitais entre os dias 24 e 28 de janeiro. Vale lembrar que Florence e Mars desembarcam pela primeira vez em terras tupiniquins.

O britânico Taio Cruz e os rappers Pitbull e Sean Kingston são atrações confirmadas no Festival Planeta Atlântida agendado para os dias 3 e 4 de fevereiro no Rio Grande do Sul.

Enquanto isso no Sudeste, a galera teen deve ir à loucura com a apresentação de Selena Gomez no Rio e em São Paulo. A namorada de Justin Bieber, que visitou o país durante a passagem do loirinho por aqui em outubro de 2011, retorna ao Brasil com a turnê “We Own The Night Tour”.

Março começa bombando com a turma do Creedence Clearwater Revisited que faz duas apresentações no país: uma no Rio e outra em São Paulo. É também neste mês que Roger Waters cantará para a plateia brasileira. O ex-baixista do Pink Floyd volta ao Brasil com a turnê do disco “The Wall”.

No mês seguinte, o Festival Lollapalooza traz ao Brasil nomes como Foo Fighters, Arctic Monkeys, Jane’s Addiction, MGMT, TV on the Radio, Skrillex, Foster the People, Friendly Fires, Joan Jett, entre outros.

O Roxette desembarca por aqui em maio. A turnê do disco “Charm School” passará por cinco capitais. No mesmo mês, mesclando tecnologia e música, o Sónar São Paulo tem em seu line up nomes como Björk, James Blake, Justice, Four Tet e Little Dragon confirmados até o momento.

No quesito produto nacional temos o retorno dos Los Hermanos que vai comemorar os 15 anos de carreira da banda com uma turnê que passará por oito cidades brasileiras.

Os nomes mais esperados pelos brasileiros continuam apenas no ramo da especulação. Lady Gaga deve, finalmente, conhecer seus “monsters” brasileiros.

A cantora estaria negociando dois shows para o primeiro semestre de 2012, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, pelo valor de R$ 20 milhões.Quem admitiu ter vontade de conhecer o calor do povo que vai sediar a Copa do Mundo de 2014 é Adele. A britânica disse que pretende arrumar um espaço em sua agenda no meio do ano para poder se apresentar por aqui.
“Todo mundo que eu conheço que foi tocar lá, não quer mais voltar para casa. Mal posso esperar”, afirmou.

Madonna é uma dessas pessoas que está prestes a retornar ao país de seu ex-namorado Jesus Luz. Especula-se que a loira se apresentará no Rio de Janeiro e em São Paulo entre março e abril.

Vale lembrar que durante o ano de 2011 surgiram boatos de que a Prefeitura do Rio teria entrado em contato com o empresário da estrela para que ela fizesse uma apresentação na praia de Copacabana no final de 2012. Nos resta esperar e torcer. 


Ouça ‘Look Who’s Talking Now’, demo inédita de Britney Spears

Uma demo inédita de Britney Spears chegou à internet esta semana. Escrita pela própria diva, Look Who’s Talking Now, foi gravada para o álbum In The Zone, lançado em 2003, mas foi descartada de última hora.

Nos versos da música, Britney supostamente provoca um ex-namorado que a acusou de traição.

Uma curiosidade: em 2009, Look Who’s Talking Now foi gravada pela cantora coreana BoA, com autorização de Britney. Ouça as duas versões.

Dia do Rock: Sugestão dos Leitores PT. III

Por Juliana Petroni:

Por Moacyr Corral:


Os 50 discos que fizeram o rock ‘n’ roll

1. The King of Rock and Roll – The Complete 50s Masters – Elvis Presley, 1992


Elvis em sua melhor fase, antes de entrar para o Exército e voltar mansinho

2. Chuck Berry – Anthology – Chuck Berry, 2000

O verdadeiro criador do rock’n’roll e melhor compositor entre os pioneiros do gênero

3. The Essential Little Richard – Little Richard, 1985

O intérprete mais explosivo do início do rock revolucionou a música com seus gritos e sua vibração

4. The Classic Years – Motown, 2000

Uma das gravadoras mais influentes dos anos 60, meca da soul music norte-americana

5. Please Please Me – Beatles, 1963

Eles chegaram como um sopro renovador e fizeram a trilha sonora perfeita para o otimismo do início dos anos 60

6. The Freewheelin’ Bob Dylan – Bob Dylan, 1963

O rock amadurece: pela primeira vez, as letras valem tanto quanto a música

7. Live at the Apollo – James Brown, 1963

O grito primal do funk, por seu maior intérprete

8. The Who Sings My Generation – The Who, 1965

Até então, ninguém havia feito um rock tão radical e barulhento; para muitos, o nascimento do punk

9. Blonde on Blonde – Bob Dylan, 1966

O atestado de maioridade de Dylan; depois disso, o rock não tinha mais desculpa para a ingenuidade

10. Pet Sounds – Beach Boys, 1966


Um sonho adolescente, embalado pelo pop mais perfeito e cristalino. “O maior disco da história”, segundo Paul McCartney

11. Sargent Pepper’s Lonely Hearts Club Band – Beatles, 1967

Auge do experimentalismo do rock. Definiu sua geração e criou novos horizontes para o pop

12. Between the Buttons – Rolling Stones, 1967

Os rebeldes mostram que também têm coração

13. Are You Experienced? – Jimi Hendrix, 1967

Hendrix desfila todo seu arsenal: microfonia, psicodelia, distorção e um pé fincado na tradição do blues

14. The Velvet Underground and Nico – Velvet Underground, 1967

Inaugurou a melancolia no pop. Fez contraponto ao otimismo hippie

15. The Doors – The Doors, 1967

Pessimista e dark, embalado pela angústia existencial de Jim Morrison, na contramão do sonho hippie

16. We’re Only In It For the Money – Frank Zappa and the Mothers of Invention, 1968

Satiriza o hippismo e antecipa o fim do sonho

17. The Village Green Preservation Society – The Kinks, 1969

Os Kinks enxergam além de guitarras barulhentas e fazem o seu Sargent Pepper’s

18. Kick out the Jams – MC5, 1969

Que paz e amor nada! Neste explosivo disco ao vivo, o MC5 pregava revolução, guitarras e amor livre

19. Live Dead – Grateful Dead, 1970

Longas explorações psicodélicas, no melhor momento de uma verdadeira instituição californiana

20. Black Sabbath – Black Sabbath, 1970

Para muitos, uma brincadeira de mau gosto. Para os fãs, um disco que sepultou a inocência dos anos 60 e inaugurou o heavy metal

21. Funhouse – Iggy Pop and the Stooges, 1970

Blues, John Coltrane e punk: a fórmula de Iggy Pop neste verdadeiro clássico do niilismo

22. Greatest Hits – Sly and the Family Stone, 1970

A música negra como arma de guerra: segundo Sly Stone, a revolução só se daria com o povo dançando nas ruas

23. Led ZepPelin IV – Led Zeppelin, 1971

Jimmy Page e sua gangue se escondem por trás do ocultismo e fazem um clássico do hard rock

24. Exile on Main Street – Rolling Stones, 1972

Os Stones esquecem a pose de maus e concentram-se no que sabem fazer melhor: música sublime

25. Ziggy Stardust – David Bowie, 1972

Uma ópera-rock sobre androginia e extraterrestres. Bowie cria um mundo de fantasia e sonho, que inspirou o punk e a new wave

26. Harvest – Neil Young, 1972

Obra-prima do country rock em uma época de cantores “sensíveis”, como James Taylor e Carole King

27. Transformer – Lou Reed , 1972

O subterrâneo nova-iorquino, com prostitutas, traficantes e bêbados, pela imaginação mórbida de Lou Reed

28. New York Dolls – New York Dolls, 1973

Guitarras altas, batom e roupas de mulher: os New York Dolls confrontavam com bom humor a macheza do rock da época

29. The Dark Side of The Moon – Pink Floyd, 1973

Questionamentos sobre loucura e solidão, embalados pela música mais triste a chegar ao topo das paradas

30. Ramones – Ramones, 1976

Em contraponto ao rock “sério”, quatro desajustados cometem este pecado sonoro, sem solos nem pretensão. Nascia o punk

31. Never Mind the Bollocks – Sex Pistols, 1977

O conflito de gerações em forma de disco: “Somos feios, sujos e não gostamos do que está acontecendo”

32. Talking Heads: 77 – Talking Heads, 1977

O punk cresce e amadurece; o funk de branco do Talking Heads prova que há cabeças pensantes na geração 77

33. Parallel Lines – Blondie, 1978

O dia em que o punk e a new wave fizeram as pazes com o pop. Som comercial sem abdicar de seus ideais

34. Unknown Pleasures – Joy Division, 1979

Velvet Underground para as novas gerações: sombrio e mórbido, vê um mundo mais sem futuro que o do Sex Pistols

35. The Specials – The Specials, 1979

O punk inglês se mistura ao ska jamaicano, que havia anos habitava os bairros mais pobres da Inglaterra

36. Double Fantasy – John Lennon e Yoko Ono, 1980

Depois de passar anos fazendo discos políticos, Lennon e Yoko assumem a maturidade e gravam pelo simples prazer de criar

37. London Calling – The Clash, 1980

Está tudo aqui: rockabilly, reggae, ska, jazz. O grande disco que define o fim da adolescência no punk

38. Heaven Up Here – Echo and the Bunnymen, 1981

Grandioso demais para se encaixar em algum movimento musical, marca o amadurecimento do pós-punk

39. Power, Corruption and Lies – New Order, 1983

O rock abraça a música eletrônica e prova que música “de computador” também pode ter coração

40. The Head on the Door – The Cure, 1985

O Cure embala a morbidez no pop mais acessível e leva a melancolia às massas

41. The Queen is Dead – The Smiths, 1986

O rock esquece os vencedores, celebrando os desajustados, tímidos e fracassados

42. Licensed to Ill – Beastie Boys, 1986

Três espertalhões juntam rap e heavy metal e criam música negra para jovens brancos

43. The Joshua Tree – U2, 1987

O U2 ressuscita o rock político – e os fãs, apolíticos, compram sem perceber a intenção

44. Daydream Nation – Sonic Youth, 1988

Os intelectuais da guitarra fazem uma perfeita radiografia de uma geração sonada pela MTV e pelo rock comercial

45. It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back – Public Enemy, 1988

Um libelo contra a manipulação da mídia, o “embranquecimento” da América de Reagan e o racismo

46. Out of Time – R.E.M., 1991

Rock de gente grande, com ambição e propósito, apesar do lustro pop e do imenso sucesso comercial

47. Metallica – Metallica, 1991

Representou, para a geração MTV, o que Black Sabbath foi para os jovens em 1970: a celebração da negação

48. Nevermind – Nirvana, 1991

O dia em que o punk encontrou a MTV: um disco que destruiu barreiras e que tornou obsoleto todo o rock vagabundo do fim dos anos 80

49. BloodSugarSexMagik – Red Hot Chili Peppers, 1991

Fãs de Korn e Limp Bizkit vão chiar, mas a verdade é que todo o funk metal e o nu metal começaram aqui

50. OK Computer – Radiohead, 1997

Um disco gélido, cerebral e triste, sobre a dificuldade de comunicação no fim do século. Paradoxalmente, foi um sucesso.

Por André Barcinski (Originalmente publicado na edição de outubro de 2004 da SUPERINTERESSANTE. Leia o texto original – e completo – aqui)


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Equipe Fala Sério

Elvis Presley - Jailhouse Rock

Dia Internacional do Rock

Hoje comemoramos o dia internacional do rock. Como todo curioso, procuramos entender porque dia 13 e descobrimos uma ótima história por trás. Confira:


Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi, sem dúvida, o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da Pop Music e do Rock mundial.

Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser minimizadas. Dois shows foram realizados, um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no JFK Stadium na Filadélfia (EUA).



Os shows traziam elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta. Ao contrário do festival Woodstock, o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.

No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando “Amazing Grace”, com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho “eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver”. Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando “State of Shock” e “It’s Only Rock and Roll”, com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!

O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!

Fonte: Portal do Rock